EM SESSAO NA CAMARA; LOTADA, O VEREADOR Dr. ADALBERTO COMPROVA SUA INOCENCIA. (Pronunciamento na integra)

20/08/2014 11:52

 

 Na noite de terça-feira (19/08/2014) na Sessão da Camara Municipal de Paranaguá, onde havia centenas de pessoas presentes, o Vereador Dr. Adalberto em seu pronunciamento,  comprovou a "nao veracidade" dos fatos imputados contra sua pessoa.

Camara lotada

 

 Em seu discuso; nao apenas com palavras que comprovaram a inverdade dos fatos relacionados ao Vereador, mas com embasamento em documentos concedidos pelo Ministério Público.

 

 

Na integra o discurso do Dr. Adalberto:

Sr. Presidente, Sras. e Srs. Vereadores, População que nos acompanha:

Sobre a matéria veiculada em emissora de TV local no dia de ontem e no dia de hoje, poucos dias após o anúncio de minha candidatura a DEPUTADO FEDERAL, em respeito à população que acompanha meu esforço pela transparência na administração pública, denunciando funcionários e estagiários fantasmas, defendendo o servidor público e a valorização dos professores, combatendo os desmandos e abusos da CAB e Viação Rocio, pedindo exoneração de fichas sujas, propondo os projetos da ficha limpa municipal, fim do voto secreto, tribuna cidadã (que irá permitir ao povo falar nas nossas sessões), entre outros, preciso trazer os seguintes esclarecimentos com base em documentos e na absoluta verdade dos fatos:

- emissora divulgou o possível envolvimento de vereador no esquema que prejudicou os pescadores locais, consegui aprovar com ajuda de meus colegas, um requerimento em nome da Câmara Municipal, pedindo que a emissora informasse o nome do vereador e em que consistiria sua suposta participação; esta iniciativa já indicava a segurança de quem nada deve e nada tem a temer;

- como a investigação corre em “segredo de justiça”, procurei o promotor de justiça Thiago Cava, o qual, como não podia ser diferente, informou que nada havia no inquérito contra mim nem tampouco contra os advogados associados ao meu escritório; também para reforçar minha idoneidade, deixei à disposição do Ministério Público os meus sigilos bancário, telefônico, fiscal e eletrônico;

- dois colegas de profissão que atuam no inquérito, foram categóricos no mesmo sentido, de que não havia nenhum indicativo de participação minha ou dos advogados que efetivamente trabalham comigo;

- para minha surpresa, a matéria foi divulgada pela emissora afirmando de forma sensacionalista e totalmente divorciada dos fatos, que em meu escritório funcionava a contabilidade do suposto esquema, entre outros fatos lesivos à minha honra e das pessoas que realmente trabalham comigo;

- cumpre esclarecer que no dia em que fui procurado pela reportagem da emissora, tinha compromissos previamente agendados em Curitiba, especialmente a propaganda eleitoral, fato este informado previamente à direção da TV; logo, em momento algum me furtei de prestar os esclarecimentos, como sugere a matéria levada ao ar;

- fui novamente ao fórum criminal, e desta vez, falei com o juiz da causa, o qual declarou que nada existe contra minha pessoa, advogados que trabalham comigo e meu escritório; junto ao cartório criminal, obtive certidão negativa para provar essa alegação; o magistrado também disse, que nenhuma informação relativa ao inquérito e à “Operação Tarrafa”, partiu dele ou de seus assessores;

- tendo como testemunhas dois representantes da OAB e outros dois advogados, também procurei o sr. promotor de justiça que atua no caso, o qual disse haver assistido à trecho da reportagem e que a mesma apresentava inverdades; reiterou, a exemplo do que havia dito antes, que eu não figuro como investigado, réu e nem mesmo como testemunha nas investigações criminais conhecidas como “Operação Tarrafa”; o representante do Ministério Público declarou ainda que não forneceu à TVCI ou a qualquer outro meio de comunicação qualquer informação ou documento acerca de eventual participação deste vereador nos ilícitos apurados; ESSAS DECLARAÇÕES FORAM APRESENTADAS POR ESCRITO PELO SR. PROMOTOR DE JUSTIÇA e estão sendo repassadas a todos neste momento; o sr. promotor ainda se colocou à disposição como minha testemunha em eventual processo criminal ou indenizatório contra aqueles que me difamam e caluniam!

- logo, a reportagem falta com a verdade quando diz que noticia apenas o que a Justiça e o Ministério Público lhe informam: ora, quem tem o direito de acusar é o promotor de justiça, que neste caso, não encontrou qualquer indício que pudesse indicar o cometimento de crime de minha parte ou da parte dos profissionais que atuam comigo efetivamente; reitero, Srs., eu não figurei e não figuro nem como testemunha, quanto mais como investigado ou denunciado nesse processo – esses são os fatos, essa é a verdade, respaldada com documentos;

- em relação às indenizações, jamais atendi qualquer pescador nem atuei em qualquer processo desse caso; os meus colegas de diretoria e conselho da OAB são testemunhas de que jamais atuei ou intervi em favor ou contra qualquer advogado, especialmente nessa situação dos pecadores; da mesma forma, como vereador, jamais intercedi ou de qualquer forma atuei para participar, ainda que indiretamente, desse processo, e jamais autorizei a ninguém falar em meu nome;

- com respeito à afirmação maldosa, forçada, de que em meu escritório funcionaria a “contabilidade da quadrilha” ou de que ali poderia ter ocorrido qualquer tipo de ilícito, reitero que a quem caberia acusar, ou seja, ao Ministério Público, este em momento algum sequer deduziu essa possibilidade; (isso me aguça a curiosidade: se nem o Poder Judiciário nem o Ministério Público estão me acusando, por que fazer-se uma acusação pública tão pesada, tão contundente, tão nociva, a um vereador que, modéstia a parte, já demonstrou através de sua fala e de suas ações, estar ao lado do povo, e não dos poderosos?);

- em respeito a atendimentos eventuais e pontuais de clientes do Dr. Marcos Gustavo Anderson em meu escritório, uma simples consulta na OAB irá comprovar que o mesmo não é nosso associado e que seu endereço profissional não é o mesmo que o meu; como não possui escritório próprio, atendia alguns clientes em escritórios de colegas, e o meu não era o único; essa circunstância, de que ele muito raramente ia ao meu escritório e que atendia também em outros locais de trabalho, pode ser comprovada pelo rastreamento do sinal de seu celular – e esse fato, por si só, já demonstra o exagero e a inconseqüência da matéria jornalística, que parte de ilações, de suposições sequer cogitadas pelas autoridades competentes, como de resto já demonstrei;

- desconheço outras possíveis atividades negociais ou empresariais do Dr. Marcos Gustavo Anderson.

Esses são os fatos, Sr. Presidente, colegas vereadores e população que nos acompanha. É lamentável ter de vir a público num período eleitoral como este, para defender a minha integridade, quando contra mim não pesa nenhuma investigação, denúncia, acusação, absolutamente nada!

Quem tem o dever legal de zelar pela lei e pela apuração dos fatos criminosos, já disse que nada há.

Então, ficam algumas perguntas:

- a emissora diz ter “compromisso com a verdade”, mas, verdade de quem ou a serviço de quem?

- se a Justiça e o Ministério Público nada têm contra mim, não estão me investigando nem me acusando, então, quem está me acusando?

- a quem interessa a propagação de uma informação tão leviana, tão inconseqüente como essa, sem o menor suporte legal? Com que interesse? (nesse particular, cabe observar que estão ligando para pessoas que se declaravam meus eleitores, sem se identificar e alterando suas vozes, denegrindo a minha pessoa e pedindo para deixar de votar em mim e votar em determinado candidato, como relatou nas redes sociais a minha amiga pessoal Zélia Maria Cunha, do Instituto Histórico)

- por que não foram realmente até a fonte, juiz e promotor público, para confirmar se havia realmente algum indício que pudesse, mesmo que de longe, sugerir minha participação nesse suposto esquema?

- por que, poucos dias após o anúncio da minha candidatura a deputado federal, atacam a minha honra de forma tão rasteira e covarde?

- o ataque teria alguma relação político-partidária? ou seria alguma retaliação contra os meus pronunciamentos e posições fortes contra a CAB, Viação Rocio, fichas sujas, funcionários fantasmas, desrespeito ao funcionalismo, e outras irregularidades?

Não poderia finalizar sem expressar a minha gratidão a Deus, que está no controle de todas as coisas e que me sustenta na destra da sua Justiça. À minha família, aos meus amigos que oram e torcem por mim. Às centenas de pessoas que me telefonaram, mandaram mensagens de apoio pelo celular e internet, que jamais duvidaram do meu caráter. Continuarei orgulhando a todos vocês!

Aos colegas de imprensa, que com ética e respeito à minha biografia, tratam com o caso com o devido profissionalismo. Saibam todos, jamais esquecerei a solidariedade prestada num dos momentos mais delicados da minha vida.

Aos meus caluniadores, aos que me julgaram ou continuam julgando mesmo após eu trazer a verdade com base em documentos, eu tenho a dizer que os perdôo. Todavia, não poderei deixar de buscar a proteção e punição de culpados, nos termos da lei.

Oro ao Espírito Santo para que vocês e todos aqueles que não me conhecem, possam caminhar comigo e perceber as motivações que me levam a estar na vida pública: servir e fazer bem às pessoas, como sempre fiz, na minha vida pessoal e profissional.

Obrigado a todos e muito boa noite.

Obs.: Quanto ao pequeno incidente ocorrido na Camara, estava lá e que em nenhum momento houve agressoes verbais ou qualquer outro tipo de agressao ao cidadao que causou o ocorrido; somente presenciei que uma pessoa presente na Camara foi fotografar o funcionário da TVCI e este; nao consentiu, dizendo que ninguem poderia fotografá-lo.  Mas outras pessoas que estavam proximas respoderam: "se voce pode nos fotografar, tambem podemos fotografá-lo", diante deste impasse, o Vereador Dr. Adalberto, veio conversar com o cidadao e foi resolvido prevalecendo o bom senso; mas mesmo assim a Sessão poi encerrada.